Alegria nasce de instantes de pouca duração que arrepiam; de clarões que marcam a retina de emoções; de toques que deixam a alma ferrada com tintas do amor.
Alegria é eletrón que irradia energia pelo corpo.
Alegria é produzida por dínamos imperceptíveis.
Bastam cores, aromas, gostos e o choro fica suplantado.
Lágrimas sorrateiras secam com o riso humilde.
Alegria serve de torniquete para estancar a sangria que disperdiça felicidade.
Alegria é implante divino.
O Espírito se derrama na casa enlutada e faz da memória dolorida motivo para um sorriso leve.
Queridos beijos na alma de todos!!!
Sabor alegria!!!
Menina Poetisa
Lutcha
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